E pra que tudo de certo. Fé e paciência.
[…] E entao lhe perguntaram:
- Tudo bem moça?
- Sim, tudo ótimo.
Ela sorriu.
No mesmo instante em que sorria, ela sentiu uma vontade imensa de gritar para que todos pudessem ouvir:
- Não, não está, nada está bem!
Ela se calou.
O silêncio dela dizia tudo, mas ninguém quis ouvir.
E pra que tudo de certo. Fé e paciência.